Uma curadoria ousada e incomum é importante para o cenário brasileiro?

Você já parou pra pensar na importância que uma curadoria bem feita tem num evento de sucesso? O Marllon Gauche fez uma breve reflexão sobre o assunto:

Matéria por Beat for Beat

Quero começar esse texto de uma forma diferente, sem afirmar ou constatar alguma coisa, mas te convidando a fazer uma reflexão comigo: como o Brasil um dia poderá chegar perto do movimento underground que existe em alguns países europeus, hoje considerados “mecas” da música eletrônica, tais como Alemanha e Reino Unido?


Claro, para chegarmos a essa resposta, precisaríamos de fato nos aprofundar bastante em diversas questões, mas um dos pontos que queremos bater e ressaltar neste momento é justamente o questionamento do título, sobre curadoria. Clubs com um histórico mais avançado, tais como Warung ou D-EDGE, possuem a capacidade de trazer artistas do calibre que lugares menores não conseguem, até aí tudo bem…


Mas tenho acompanhado o trabalho de uma marca relativamente nova no cenário que tem trazido nomes fora da curva, talentosos, conceituados e que não são aqueles “superstars”. Se você navegar um pouco pelos eventos do Clube Inbox, em Curitiba, pode comprovar isso. Muitos dos nomes nos lineups são internacionais, porém boa parte do público nunca sequer ouviu falar dos DJs anunciados — me considero neste grupo e não tenho vergonha disso.


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